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História do Sanatório Espírita de Uberaba

A idéia de se fundar um hospital espírita em Uberaba, teria nascido de uma sugestão de Eurípedes Barsanulfo a Maria Modesto Cravo em 1918.

Em 1919, Maria Modesto e grande número de médiuns fundaram o Ponto Bezerra de Menezes, à Rua Bernardo Guimarães, 36, ao lado de sua residência, onde funcionava a gráfica de seu pai João Modesto das Santos. A idéia foi levada para os associados do Centro Espírita Uberabense e acatada pelo seu presidente, Prof. João Augusto Chaves.

Em 1926, o presidente do CEU, Henrique von Kruger, nomeou uma comissão para angariar fundos para a construção do Hospital de Dementes, constituída por Adelino de Carvalho, João Augusto Chaves e Leônidas Antônio Rosa.


Em 1927 foi adquirido o terreno e escolhido Henrique Castejon para diretor do Pavilhão de Alienados, a fim de que se levasse adiante a construção do edifício.

Em 1927 foi realizada uma reunião extraordinária, que tinha por fim autorizar a fundação de um pavilhão de alienados, denominado Hospital de Dementes, sob a direção do CEU, sendo nomeada uma comissão: Emerenciano Ferreira Junqueira, presidente; Abdon Alonso y Alonso, vice; Antônio Sebastião da Costa, 1° Tesoureiro; Eliziário Nascimento, 2° Tesoureiro; Ariosto Palombo, Orador; Leônidas Antônio Rosa. 1° Secretário; Henrique von Kruger, 2° Secretário; Henrique Castejon, procurador geral; Anselmo Trezzi, procurador; Servilio Finotti, diretor da obra; Dr. Boulanger Pucci, Diretor Clínico.

As dificuldades financeiras foram enormes até a sua inauguração em 1933. Vale ressaltar que o Projeto Arquitetônico foi obtido por via mediúnica, através de Maria Modesto Cravo.


Terminada a obra, Henrique von Kruger, convidou Dr. Inácio Ferreira, jovem psiquiatra formado em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, para ser o primeiro  Diretor Clínico.  Como enfermeiro-chefe, foi nomeado Manoel Roberto da Silva.

Durante todos esses anos de funcionamento, o Sanatório já atendeu milhares de pacientes, de todo país e propiciou ao Dr. Inácio Ferreira, produzir vários trabalhos científicos, publicados no Brasil e no exterior, nas quais confirma a causalidade espiritual nos sofrimentos mentais.

O Sanatório Espírita de Uberaba, sempre se manteve fiel aos seus princípios, nunca se afastando de seus objetivos para com o tratamento das doenças mentais.

Fundadores e Beneméritos

Maria Modesto Cravo ( Dona Modesta ) ( 1889 / 1964 )

Nasceu em Uberaba (MG) e faleceu em Belo Horizonte, após longa enfermidade. Filha de João Modesto dos Santos e Ermelinda Alves dos Santos, casou-se em 1915, com o Sr. Nestor Cravo, da Policia Militar do Estado de Minas Gerais.

Em 1917, após dar a luz à sua primeira filha, Eurythimia, começou a manifestar problemas espirituais. Após consultas e tratamentos infrutíferos, foi levada a Sacramento, onde foi tratada diretamente por Eurípedes Barsanulfo.

Após três meses de tratamento espiritual, de volta a Uberaba, começou a desenvolver sua mediunidade, inicialmente no grupo do Sr. José Ávila de Pinou e depois no Centro Espírita Uberabense. Em 1919, fundou o Ponto Bezerra de Menezes, que desenvolvia amplas tarefas de assistência material e espiritual. Nessa época, iniciou o Natal dos Pobres, organizando também campanhas assistências para hansenianos, tuberculosos, cegos e presidiários

Orientada por Eurípedes Barsanulfo e do Dr. Bezerra de Menezes deu início a grandiosa obra do Sanatório Espírita de Uberaba inaugurado em 1933 devido ao seu enorme esforço e dedicação. Dona Modesta, como era chamada, continuou, ao lado de todos os fundadores, à frente dos destinos do Sanatório, até pouco tempo antes de falecer.


Além das tarefas como mãe e “segunda mãe” de tantos filhos, manteve durante toda a sua vida, receituários mediúnicos, através da psicografia, em sua própria residência, à Rua Bernardo Guimarães, 34, onde atendia pessoas de todo o Brasil. Médium excepcional, participava de todas reuniões doutrinárias e mediúnicas do Centro Espírita Uberabense e do Sanatório Espírita de Uberaba.  Foi a grande companheira de trabalho do Dr. Inácio Ferreira.   Saiba mais...

Dr. Inácio Ferreira ( 1904 / 1988 )

Dr. Inácio Ferreira, diretor clínico do Sanatório Espirita de Uberaba de 1933 a 1988, dedicou sua vida ao Sanatório, não medindo esforços para cuidar dos doentes mentais que procuravam nos seus passos a possibilidade da libertação.


Deixou onze obras entre elas : Espiritismo e Medicina, novos rumos à Medicina volumes 1 e 2 e Psiquiatria Face à Reencarnação.


Foi ainda um dos fundadores do lar Espirita, um dos organizadores da União da Mocidade Espirita de Uberaba “UMEU”, um dos mais assíduos colaboradores do jornal “A Flama Espirita”.


Trabalhou incansavelmente durante todos os anos em que esteve a frente do Sanatório.

Ainda hoje, é o farol que a todos ilumina.  Saiba mais...

Manoel Roberto da Silva

( 1899 / 1965 )

Nasceu em Uberaba. Começou sua vida como pedreiro, chegando a mestre-de-obras na construção do Sanatório Espírita de Uberaba.

Após a sua inauguração foi convidado a exercer as funções de enfermeiro-chefe.

Trabalhador incansável, dedicou sua vida ao Sanatório, auxiliando Dr. Inácio Ferreira até o final de sua vida.

Odilon Fernandes ( 1907 / 1973 )

Nasceu em São José do Capivari (SP), filho de Ludovice Fernandes (Cinza) um dos fundadores do Sanatório Espírita de Uberaba.


Como cirurgião dentista, foi professor de clinica Odontológica na Faculdade de Odontologia do Triângulo Mineiro.


Foi um dos pioneiros da Hipnodontia e  presidente da Associação Brasileira de Odontologia, seção de Uberaba, e do Instituto dos Cegos do Brasil Central, de 1947 a 1973.

Manoel Felipe de Souzan

Veio para Uberaba em 1883, para dar aulas de Português na Escola Normal.

Foi um dos fundadores do CEU; redator dos jornais Brado de Alerta e Arrebol.


Foi vice-presidente da Sociedade Abolicionista de Uberaba e trabalhou também pela Sociedade Protetora de Animais.

Henrique Castejon

Com 9 anos de idade, veio com a família para o Brasil, fixando-se em São Sebastião do Paraíso (MG).


Em 1922, transferiu-se para Uberaba com seu irmão Francisco Castejon, montando a firma atacadista Irmãos Castejon, à Rua Artur Machado.


Em 1924, foi um dos fundadores da Associação Comercial e Industrial de Uberaba (ACIU).


Em 1925, ateu, foi convidado por seu cunhado Diomar Branco, para uma reunião espirita, onde veio a receber uma mensagem de sua falecida mãe, que narrava acontecimentos e pormenores da vida familiar só por ele conhecidos.


Integrou-se ao movimento espírita participando do Ponto Bezerra de Menezes e Centro Espírita Uberabense, principalmente incorporando a idéia da fundação do Sanatório Espírita de Uberaba.

Foi escolhido, no CEU, como procurador geral da comissão encarregada de construir o Sanatório. Envolveu-se sobremodo nessa causa, pelo fato de 1925, na campanha de Natal do Ponto Bezerra de Menezes ter visitando a Penitenciária de Uberaba (onde hoje se localiza a Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro) e se condoído da situação de doentes mentais ali detidos.

A partir desta época tornou-se o mais entusiasta de todos, desdobrando-se no levantamento de fundos, na compra de materiais de construção, contratando mão-de-obra e, executando tarefas pesadas.

No dizer do Prof. João Augusto Chaves, "não regateou esforços, porque foi sempre maior o seu concurso do que o de qualquer outro da comissão, que se encarregou da construção da obra.” Não pode concluí-la, pois mudou-se para Amparo (SP).


Nessa cidade, a situação se repete, pois, em 1932, visitando a Cadeia Pública, no Natal, presenciou a situação de penúria dos doentes mentais, ali trancados.

Reuniu-se a outros companheiros espirituais e construiu, no alto de uma colina o Sanatório Ismael, com o mesmo projeto arquitetônico do Sanatório Espírita de Uberaba. A obra teve inicio em 1935 e não pôde ser concluída, pois desencarnou em 1940, embora estivesse bastante adiantada a sua construção.


Por duas vezes não pode assistir a inauguração das obras que iniciou e teve parte ativa, mas cumpriu com o seu dever com bondade e desinteresse.

Ludovice José Fernandes (Cinza)

( 1882 / 1933 )

Dentista, mudou-se para Uberaba.

Com sua filha Lola, seu genro Waldemar Vieira e seu filho Odilon, foi um dos fundadores do Sanatório Espírita de Uberaba.

Alceu de Souza Novais

( 1886 / 1962 )

Nasceu em Uberaba e foi membro do Conselho Superior de Instrução do Estado de Minas Gerais.

Fundou o Colégio Souza Novais e colaborou, como jornalista, em vários jornais de Uberaba  e de outros estados.

Maria Cândida

Foi médium assídua na assistência aos obsidiados, inicialmente no Ponto e posteriormente no Sanatório e no CEU.

Adelino de Carvalho ( 1886 / 1950 )

Nasceu em Jaboticabal (SP), Pequeno, começou a trabalhar na zona rural. Em 1902, órfão, e sem nenhum recurso, mudou-se para Uberaba sendo criado pelo Prof. Joaquim Dias.


Começou a freqüentar o “Ponto Bezerra de Menezes”, à rua Bernardo Guimarães, 36, junto com os demais fundadores do Sanatório Espírita de Uberaba.

Lá, desenvolveu inúmeras faculdades mediúnicas, entre as quais à de médium receitista, sob a orientação espiritual de Bittencourt Sampaio.


Extremamente dedicado a trabalhos assistenciais, viajava com freqüência para Rufinópolis, para juntar-se a um grupo espirita dedicado à internação de obsidiados, um dos trabalhos pioneiros que seriam o embrião  da fundação dos  sanatórios espíritas.

João Brunello
 

Nasceu em Veneza (Itália), onde aprendeu oficio de pedreiro.

Aos 15 anos, por entrar em atrito com o pároco da igreja local, foi obrigado a imigrar.

Seu destino era a Argentina, entretanto, aportando em Santos, resolveu conhecer São Paulo e ficou.

Trabalhou como pedreiro na construção da Estrada de Ferro Mogiana, por longos anos e terminou em Uberaba, de onde nunca mais saiu.

Como pedreiro, participou da construção de muitas obras importantes em Uberaba, como a igreja de São Domingos. Antes de conhecer o Espiritismo, interessou-se pelo Magnetismo, chegando a aplicá-lo através da obra de Bové.

Eliziário Ribeiro do Nascimento ( 1885 / 1986 )
 

Nasceu em  Uberaba, Exerceu, em Uberaba e Itumbiara (GO), suas atividades agropecuáristas, deixando exemplos de fé, honradez e lealdade aos seus princípios.

Teve uma larga folha de serviços prestados às comunidades em que viveu.


Participou da fundação da Associação Brasileira de Criadores de Zebu.


Participou do ponto Bezerra de Menezes, desde os primeiros tempos, e do Centro Espirita Uberabense.


Foi um dos fundadores do Sanatório Espirita de Uberaba, fazendo parte da Comissão encarregada da construção, como 2° Tesoureiro.


Foi também, um dos fundadores do Lar Espirita, e durante muitos anos membro do Conselho da União da Mocidade Espirita de Uberaba, sociedade mantenedora do Lar.

Servilio Finotti ( 1873 / 1943 )

Nasceu na cidade de Rovigo, no norte da Itália. Veio para o Brasil, ainda muito jovem, acompanhado seus pais e irmãos.


Foi construtor, mestre de obras e músico. Construiu muitos prédios em Franca (SP), Uberlândia e Uberaba. Em 1916 mudou-se para Uberaba onde tornou-se comerciante. 

Freqüentando o Ponto Bezerra De Menezes e o Centro Espirita Uberabense, foi nomeado “Diretor da obra”, como membro da Comissão encarregada da construção do Sanatório Espirita de Uberaba, em 1927.


Deixou o seu exemplo e dedicação nos mais variados setores.

Anselmo Trezzi

Natural da Itália, veio para o Brasil ainda jovem,  onde desenvolveu atividades agropecuárias e na indústria de cal. Trouxe muitos outros italianos para o Brasil.


Tornou-se espirita e, juntamente com José Vilela de Andrade, Prof. João Augusto Chaves e outros, em 1910, fundaram o primeiro centro espirita de Uberaba (Centro Espirita Uberabense), exercendo o cargo de tesoureiro, durante muitos anos. Em 1919, estava também à frente de Ponto Bezerra Menezes, onde surgiu a idéia da fundação do Sanatório Espirita, fazendo parte da comissão encarregada de sua fundação, como procurador.


Participou ativamente da construção do Sanatório Espirita de Uberaba.

Antônio Logogrifo

Sabe-se que era filho de escravos. Foi alfaiate, colaborando com D. Maria Modesta, em sua residência, no conserto de roupas.


Foi  médium no Ponto Bezerra de Menezes e do CEU e  exemplo de humildade, dedicação aos amigos e necessitados.

João Alves

Pedreiro português. Foi companheiro de João Brunello, na construção da Igreja São Domingos, extraordinário monumento arquitetônico, todo em pedra tapaiocanga, um dos pontos turísticos de Uberaba.


Foi médium do Centro Espirita Uberabense e do Ponto Bezerra de Menezes.

Satyro Martins da Costa

( 1896 / 1971 )

Nasceu em Corumbalba (GO) e juntamente com a avó, a mãe e os irmãos, tornou-se médium passista do Ponto Bezerra de Menezes e posteriormente do Sanatório e CEU.

Foi pedreiro, mestre-de-obras, agrimensor e topógrafo.

Noé Carmelita ( 1890 / 1970 )

Nasceu em Altinópoli (SP ). Veio para Uberaba exercer a atividade de madereiro.


Era habituado ao jogo de cartas, que trazia problemas e preocupações para sua  família, quando, repentinamente, caiu-lhe sobre a mesa do carteado, um Evangelho Segundo o Espiritismo. Apesar de ser pessoa de poucas letras, passou a estudá-lo e transformou sua vida.


Como médium, passou a freqüentar o Ponto Bezerra de Menezes, acompanhado pelo seu  filho, Sebastião Carmelita, que ainda menino, recebia autorização para assistir a reuniões mediúnicas.

​Marla Madalena da Costa

Veio de Goiás, passando por Uberlândia, até chegar a Uberaba, no começo de século.  Junto veio sua filha Maria Cândida e seus netos Joaquim, Satyro e Otávio.


Joaquim, ainda adolescente, começou a manifestar fenômenos mediúnicos, quando foi levado do Ponto Bezerra de Menezes, conseguindo sua recuperação completa. Junto com ele, Maria Madalena Cândida, Satyro e Otávio, tornaram-se médiuns do Ponto.


Nunca faltava às tarefas, iniciadas no Ponto, continuadas no Sanatório e no CEU.

Frederico Peiró ( 1859 / 1915 )
 

Nasceu em Linares, Espanha, em 1859, Estudou em Valência e viveu algum tempo em Barcelona, de onde imigrou para a Argentina, vivendo dois anos em Buenos Aires.


Veio para o Brasil e em 1892, transferiu-se para Uberaba onde dedicou-se à fabricação de cal e à agropecuária. 


Até 1893, era materialista. Passou a freqüentar sessões espiritas na residência do advogado Antônio Cesário da Cunha e Oliveira, despertando nele grande interesse pelo estudo e principalmente pela moral, desenvolvendo intensa atividade humanitária.

Em 1896, cria seu próprio grupo espirita, na Estação de Paineiras, propagando a Doutrina por toda a região. Colaborou com Sinhõ Mariano na fundação de Santa Maria, cuja mediunidade desabrochou no Grupo Espirita de Paineiras. Supria as farmácias com as drogas necessárias à manipulação para distribuição gratuita.


Seus sócios Maximiniano e Abdon Alonso y Alonso, prosseguiram suas atividades espiritas e em 1919, colaboram na fundação do Sanatório Espirita de Uberaba.

Joaquim Martins da Costa ( 1894 / 1978 )

Nasceu em Corumbaíba (GO) e veio para Uberaba, juntamente com a família.

Começou a apresentar manifestações mediúnicas e foi levado ao Ponto Bezerra de Menezes, onde se tornou médium, tanto no Ponto e no Sanatório quanto no CEU.

Homem estudioso foi barbeiro, professor primário. Formou-se em Farmácia.

Abdon Alonso y Alonso

Companheiro da primeira hora, espirito generoso e empreendedor, participou ativamente dos esforços da construção do Sanatório Espírita de Uberaba.

Financiou com seus próprios recursos a finalização das obras do Sanatório em 1933 e do Lar Espírita para Moças em 1945 / 49,

Também foi um dos que mais colaboraram para a compra da gráfica de “A FLAMA ESPIRITA” e para a manutenção financeira do Hospital.

​Dr. Henrique Von Kruger ( 1894  / 1949 )

Médico e político em todos os campos de sua atuação revelou-se como um “Imperecível Monumento da Caridade”.

Farmacêutico, conseguiu com muito esforço diplomar-se em medicina.

Participou ativamente do “Ponto Bezerra de Menezes”; Casa do Caminho dos doentes mentais, entidade que originou o Sanatório Espirita de Uberaba.

Lançou a pedra fundamental do edifício do Sanatório Espirita de Uberaba em 1928 como presidente do Centro Espirita Uberabense. Foi sempre um exemplo como homem e como profissional da medicina.

Otávio Martins da Costa ( 1900 / 1987 )

Nasceu em Corumbaíba (GO), no dia 13/12/1900.

Ainda adolescente passou a freqüentar o Ponto Bezerra de Menezes e posteriormente o Sanatório e o CEU.

Formou-se em Farmácia e exerceu sua profissão, até desencarnar a 8/12/87.

Professor Chaves
 

João Augusto Chaves uma alma nobre, um magnifico professor foi um pioneiro da Doutrina Espirita em Uberaba.

Foi Professor do Grupo Escolar Brasil ministrou, a milhares de alunos preciosas lições de sabedoria e honestidade. Professor nato viveu em plenitude sua vocação.

Publicou diversas obras didáticas na “Revista do ensino”, de Minas Gerais. Foi dele a idéia da construção da sede do Centro Espirita Uberabense, da qual foi presidente, orador e presidente de honra.

Antes já havia fundado o primeiro jornal espirita de Uberaba: A Arrebol. Homem caridoso, mantinha uma pequena farmácia homeopática para distribuição de medicamentos, além de estar à frente de constantes campanhas para amparo dos necessitados.


Participou ativamente do Sanatório Espirita de Uberaba, inclusive, foi o primeiro a sonhar com um hospital.

Adroaldo Modesto Gil ( 1935 / 1993 )

Nasceu na cidade de Palmital, em São Paulo.


Formou-se em Medicina tendo, posteriormente, se especializando em Psicologia, Psiquiatria e Psicoterapia na Espanha.

No meio espírita participou como médico da Casa Transitória (SP), fundador do Grupo de Estudos Bittencourt Sampaio, Departamento do Centro Espírita Uberabense, e outras instituições, sempre atendendo  de forma gratuita a todos os necessitados.

Foi o sucessor  do Dr. Inácio Ferreira como diretor clínico do Sanatório Espírita de Uberaba até o seu falecimento em Uberaba no ano de 1993.

Emmanoel Martins Chaves ( Lilito Chaves) ( 1917 / 1995 )

Nasceu em 1917, em Uberaba-MG e faleceu nesta mesma cidade em 1995, aos 77 anos de idade.

Filho do inesquecível pioneiro e fundador do Centro Espírita Uberabense, Prof. João Augusto Chaves, e de D. Mercedes Martins Chaves.

Formado em Contabilidade, especializou-se em Técnica Óptica, em São Paulo.

Lilito, como era conhecido, foi Vice-Presidente da Casa do Cinza e do Instituto de Cegos do Brasil Central.

Rotariano, participava de plantões ao telefone no CVV (Centro de Valorização da Vida) e foi também Diretor Responsável da “A Flama Espírita”

Foi presidente do Conselho Supremo da “UMEU”; do qual foi o fundador em 1940 e assessor da Diretoria.

Presidiu o Centro Espírita Uberabense e sempre colaborou com o Sanatório Espírita de Uberaba e com o Lar Espírita de Uberaba - (Departamento da “UMEU”).

O trabalho foi sempre a sua maior virtude e o melhor exemplo que deixou para todos nós, principalmente a aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele.

Foi casado com a Sra. Jandira Ramos Chaves com quem teve 03 filhos.